31 de janeiro de 2012

Post extra: visita na casa da vizinha!

Extra, extra! Dois posts em um só dia!

Hoje, além da enquete sobre a escola, também estou na casa da vizinha! A Clau, do Blog da Clauo, é uma querida, daquelas que a gente olha e sabe que é mãe. Nós nos conhecemos pessoalmente no ano passado, em um encontro de blogueiras e posso afirmar: a Clau é tranquila, super simpática uma mãezona!

Ela me fez um convite mega especial: que eu escrevesse um post sobre o que me motivou a ter um blog e o que ele representa para mim. Então hoje tem texto meu lá no blog da Clau - para ler é só clicar aqui! Espero que gostem!

PS: a resposta sobre a escola escolhida eu conto amanhã!

A busca pela escola - parte 2: Qual escolher?

Continuando o post anterior sobre a busca por uma escola para o Bento, ao todo visitei 5 instituições. E o que encontrei foi o seguinte:

Escola 1:
Pontos Fortes: localização próxima, fácil acesso, preço justo. Várias crianças interagindo bem. Diretora simpática, detalhista nas informações.
Pontos Fracos: O lanche da tarde fornecido pela escola inclui pão com salsicha e bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro. Turma com muitos alunos (25 podendo chegar a 35). Muito cimento, área verde nula. Em nenhum momento, eu disse ne-nhum, a diretora me perguntou meu nome ou o do Bento.

Escola 2:
Pontos Fortes: localização proximíssima. Escola grande, com anos de experiência. Tudo muito limpo e de alta qualidade. Dois parquinhos grandes, um tradicional e um com chão de areia de verdade. Biblioteca gigantesca. Aulas de artes, música, teatro, karatê e ballet.
Pontos Fracos: Não oferece lanche, só o que a criança levar ou comprar na cantina. Mensalidade com preço elevado.

Escola 3:
Pontos Fortes: localização próxima, fácil acesso. Várias crianças brincando no parquinho. Professoras e auxiliares simpáticas e atenciosas. Aulas de karatê, música e inglês. Escola fornece um jantar (sopa).
Pontos Fracos: Sem área verde. Lista de material extensa (45 itens). Fui atendida apenas pela recepcionista, portanto não pude fazer perguntas como quantidade de alunos nas turmas e método pedagógico.

Escola 4:
Pontos Fortes: Salas amplas e arejadas. Limite máximo de 20 alunos por turma. Dois parquinhos, um deles com areia de verdade (não sintética). Quadra para esportes. Aulas de artes, música e educação física. Mensalidade acessível e lista de material sem excessos. Lanche da tarde fornecido pela escola, com pão caseiro, bolo simples sem cobertura e suco de frutas natural.
Pontos Fracos: Localização um pouco mais distante. É a única que cobra taxa de matrícula.

Escola 5:
Pontos Fortes: Localização próxima. Método de ensino conhecido e conceituado. Aulas de música, teatro e educação física.
Pontos Fracos: Salas escuras e mal ventiladas. Não oferece lanche, só o que a criança levar ou comprar na cantina. Preço elevado.


Alguém arrisca dizer qual escola eu escolhi?

30 de janeiro de 2012

A busca pela escola - parte 1: Pré-requisitos

Esse ano Bento volta para a escola. Ano passado ele saiu da escolinha em que estava desde o berçário até os 2 anos e meio. Quando passei a trabalhar em casa, a escola ficou longe para a gente e decidimos tirá-lo. Veio o fim do ano, as férias, e ele continuou em casa. Agora, preciso aumentar o ritmo de trabalho (vida de freelancer não é mole!) e não consigo fazer isso com um pequenino o tempo todo comigo. Além disso, ele sente falta de outras crianças para brincar, e precisa cada vez de mais estímulos diferentes, que não consigo fornecer sozinha. Então, chegou a hora de voltar para a escola.

Ele está adorando a ideia. Vira e mexe lembra da escola, pega a mochila e pede para ir. Acredito que a adaptação dele em uma escola nova será tranquila (assim espero!). E dessa vez ele vai em meio período, não mais integral como antes, que era necessário por eu precisar cumprir carga horária no trabalho.

Então passei a visitar as escolas da região. E descobri que não é fácil achar a escola ideal, aquela que preenche todos os requisitos que consideramos mais adequados e importantes para a criança. O resultado é que temos que ponderar os defeitos e qualidades e decidir por aquela cujos pontos fracos não sejam tão comprometedores.

Nas visitas que fiz, perguntei várias coisas. Nenhuma visita levou menos de meia hora, para que eu pudesse andar pelo ambiente, conhecer tudo, ver se as crianças parecem felizes e à vontade, e também conversar com a coordenadora ou diretora. Os itens que fiz questão de verificar e/ou questionar foram:

- Estrutura: Como são as instalações, se as salas de aula são bem arejadas e acessíveis, como é o parquinho, o refeitório, os banheiros, a cozinha. Questionar quantas crianças há por turma e quantos funcionários há para cada turma. No caso de escolas que oferecem alguma refeição (lanche, almoço, jantar), perguntei o cardápio.
- Limpeza: Escola boa é escola limpa. Quanto mais limpa e organizada, mais ganha pontos comigo.
- Atividades realizadas: tanto as atividades em sala quanto as externas. Uma das escolas que visitei oferecia apenas atividades pedagógicas e lúdicas; já outras ofereciam aula de música, teatro, esportes e até inglês. Verificar se as opções se adequam à idade da criança e se estão incluídas na mensalidade.
- Método pedagógico: Para a faixa etária do Bento (completa 3 anos esse ano) ainda se mantém o lúdico, o brincar, mas já devem fazer atividades como pintura, colagem, primeiros números, cores, formas geométricas etc. Verificar qual a linha que a escola segue.
- Localização: eu acho esse item importante. Atravessar a cidade com a criança pode ser legal de vez em quando, mas todo dia... E se, por exemplo, a escola telefona pedindo para buscar porque a criança passou mal? A escola tem que ser relativamente próxima e de fácil acesso.
- Custo: Verificar se o que é oferecido é adequado ao valor cobrado. Conferir se as outras escolas da mesma linha cobram valores semelhantes. Perguntar sobre taxas extra - algumas cobram taxa de matrícula, outras cobram por atividades comemorativas ao longo do ano, outras cobram uma taxa única de material e compram tudo igual para todos os alunos. Perguntar tudo sempre.
- Adaptação: Para crianças que estão indo à escola pela primeira vez, esse item é importantíssimo. Para aquelas que já frequentaram escola mas dessa vez estão indo para uma nova também. A criança precisa se sentir segura no ambiente, com a professora e os demais funcionários.
- Referências: Se houver boas referências de amigos ou familiares sobre a escola, fica mais fácil confiar.

Também questionei o procedimento das escolas em caso de doenças, uso de uniforme, sonecas para crianças que ainda dormem. Pedi a lista de material de todas que visitei, para comparar. Ao todo foram cinco escolas visitadas. E o que eu encontrei e como decidi... eu conto no próximo post.

25 de janeiro de 2012

Palavras mutantes

Era uma vez um capióto, um ômbismu e um mecântico. Cada um desses itens fez parte do vocabulário Bentês em algum momento. Todos estão relacionados a meios de transporte, paixão do pequenino e da maioria dos seres do sexo masculino.

Um dia, o ômbismu perdeu algumas letras, ganhou outras e algumas mudaram de lugar. Até que o ômbismu virou ônibus, e a palavra nunca mais foi dita com a graça anterior.

Tempos depois, foi a vez do mecântico. Uma palavra que, sempre que pronunciada, provocava risos. O menininho tentava dizer a forma correta, mas sempre se atrapalhava. E assim, cada vez que um de seus carrinhos "quebrava", era levado ao mecântico para consertar. Até que... de repente, não mais que de repente, surgiu um mecânico. Pobre mecântico, nunca mais foi o mesmo.

O último da lista foi na verdade a primeira palavra que Bento inventou sozinho. Queria uma forma de se referir a um veículo que adorava, e criou o capióto. Foi a palavra inventada mais longeva de seu vocabulário. Se acostumou tanto a ela que nem tentava dizer a forma correta - e até nós a usávamos. Aos poucos, o menininho foi percebendo que já conseguia falar palavras difíceis e longas. Mas o capióto permanecia, muito mais por costume mesmo. Até que um dia, brincando de jogo da memória, ele achou duas peças iguais, dois capiótos. Ele olhou para as figuras e disse: helicóptero. He-li-cóp-te-ro. E repetiu infinitas vezes: he-li-cóp-te-ro, he-li-cóp-te-ro, he-li-cóp-te-ro. Sorriu, fez festa, bateu palmas. Achou o máximo ter conseguido falar uma palavra tão difícil, se sentiu todo grande. E o capióto ficou esquecido, substituído, abandonado no dicionário Bentês para consultas futuras, quando quisermos lembrar suas gracinhas vocabulares.

20 de janeiro de 2012

Manual do Desfralde - o que funcionou por aqui

Todas as vezes em que contei sobre o desfralde do Bento aqui no blog, sempre recebi comentários de outras mães que passavam ou vão passar por essa etapa e me pediam dicas. Agora que o desfralde está praticamente concluído (é, não acabou ainda, conto no final), resolvi fazer um resumão do que funcionou pra gente. Chamei de "manual", mas na verdade não existem regras. Cada um deve adaptar cada dica - tanto as minhas quanto as que encontrar por aí - à sua realidade, ao seu filho. Há coisas que funcionaram para mim que não funcionarão para outras pessoas, e vice versa. O post ficou grande porque tentei contar tudo que lembrei, separado em tópicos. Vamos lá?

1) O tempo: A primeira dica que deixo vale não apenas para o desfralde, mas para qualquer etapa de desenvolvimento: cada criança tem seu tempo. Algumas desfraldam perto de 1 ano e meio, outras perto dos três, outras antes, outras depois. A criança tem seu ritmo próprio, que deve ser respeitado. Tentar adiantar o desfralde sem ela estar pronta vai gerar infinitas tentativas frustradas e pode desanimar - tanto a mãe quanto o filho.

2) O pré-desfralde: Uma coisa que funcionou bastante foi o que chamei de pré-desfralde. O pré-desfralde consistiu em aproveitar o interesse dele e deixá-lo conhecer o penico, ver a gente fazer xixi, incentivar com livrinhos sobre o assunto. Nada forçado. Nessa fase o coloquei no penico algumas vezes, só quando ele quis. Ele fez um ou outro xixi e só. Alguns pediatras aconselham levar o pequeno todos os dias no mesmo horário, para criar um hábito principalmente para o cocô. Achei interessante, mas não cheguei a colocar em prática. Mas achei essa fase super importante para prepará-lo aos poucos, sem surpreender quando o desfralde começasse pra valer.

3) O arsenal: Penico, redutor de assento, panos de chão e produtos de limpeza. Itens essenciais. Algumas crianças preferem penico, outras o redutor. Bento começou no penico e só fazia xixi. Para o cocô ele não quis penico: fazia na cueca, depois foi direto no vaso, com redutor.

Acrescento ao arsenal os livrinhos (dicas aqui). E cuequinhas novas, com desenhos que a criança goste (no caso do Bento, desenhos de carrinhos).

4) Os incentivos: Ver o pai e a mãe indo ao banheiro ajuda os pequenos a entender que é algo comum e que faz parte da rotina de todos. Isso foi especialmente importante no quesito cocô ("todo mundo faz cocô!"). É natural, já que até então, com a fralda, ele podia fazer xixi e cocô a qualquer hora e lugar. Restringir as necessidades ao banheiro, no vaso ou penico, é uma novidade a ser entendida e incorporada à rotina deles.

No caso dos meninos há outro fator: o xixi em pé. Bento via tanto a mim quanto ao pai fazendo xixi, e obviamente notou a diferença. Para mim, não importava a forma que ele quisesse fazer xixi, se de pé ou sentado. Eu achava mais importante nesse começo que ele entendesse que o xixi era para ser feito no banheiro e não mais na fralda. Então ele começou fazendo sentado no peniquinho. Depois passou para o ralo do box, durante o banho. Daí para fazer em pé no vaso foi um pulo. Hoje, sentado só o cocô.

5) O início: Quando percebi que ele tinha real interesse em ficar sem fralda, fui deixando que ele ficasse de cueca em casa de vez em quando. Nessa etapa há escapes (que aliás vão acontecer várias vezes), os quais são importantes para que ele veja e sinta o xixi. Com a fralda, os pequenos muitas vezes nem percebem que fizeram alguma coisa ou, se percebem, nem se importam. Estão acostumados. Ficar de cueca ajuda a sentir o xixi saindo, ajuda a entender que aquilo sai deles.

Também achei importante só iniciar de verdade quando estivesse calor. No inverno fazemos mais xixi e isso dificulta o processo - com exceção da Lu, que desfraldou o filhote em pleno inverno canadense!

6) O discurso: Reforçar que ele cresceu, que não precisa mais da fralda, que já é "grande". Se houver outra criança maior que ele goste para servir de estímulo, melhor. No caso do Bento, o primo de 4 anos não usa fralda e é um ídolo para ele.

7) Criar um hábito: Quanto a ficar lembrando a criança se ela quer fazer xixi, aqui há controvérsias. Já vi dicas para se perguntar à criança a cada 15 minutos se ela quer ir ao banheiro. Eu não agi assim. Perguntava de vez em quando, sem intervalo definido, mas em momentos chave: logo que acordava de manhã, depois da soneca, antes de dormir. Nem sempre ele queria ir e, quando ia, nem sempre fazia alguma coisa. Mas isso foi criando hábito.

Também fiquei bastante atenta aos sinais de que ele queria fazer xixi. No caso, quando já fazia tempo que tinha ido ao banheiro e, principalmente, colocar as mãos no pipi e andar trançando as perninhas. Sim, muitas vezes ele se recusava a ir mesmo morrendo de vontade, e fazia na calça segundos depois. Daí entrava em cena o discurso de reforço: "viu só, você estava com vontade, o pipi queria fazer xixi... da próxima vez vamos ao banheiro tá?"

No caso do cocô, geralmente a criança faz em determinado horário, naturalmente. Bento criou sozinho o hábito de fazer depois do jantar, por volta das 18h, 19h. Nesse horário ele sempre fica com vontade e faz. Ciente disso, ao primeiro sinal dele já íamos ao banheiro. E assim ele aprendeu a fazer no vaso.

8) Tirar pra valer: Quando decidi tirar a fralda, tirei e pronto. Ele ficava de cuequinha ou pelado mesmo pela casa. Fazia xixi na roupa, no chão, no tapete. Às vezes queria se esconder atrás da porta para fazer. Isso faz parte do processo. Apenas nos primeiros dias eu colocava a fralda para passear,  mas só no comecinho mesmo. Depois de uns 3 dias, só cueca. Quando saíamos, levava uma ou duas trocas de roupa para o caso de acidentes - que aconteceram, claro. Fez xixi no chão da casa da tia, na feira, dentro de uma livraria. Aí é limpar e repetir o discurso - "você já é grande, já usa cueca, quer fazer xixi vamos ao banheiro"...

9) O cocô: Antes de iniciar o desfralde, eu achava que o cocô seria mais fácil e seria aprendido primeiro. Na minha cabeça, como o cocô é mais sólido e precisa de força pra sair, além de ser feito apenas uma vez ao dia e não várias como o xixi, facilitaria o entendimento de que era para fazer no banheiro. Pois o cocô por aqui foi mais difícil. No começo, Bento travou, ficava com receio de fazer. Ele queria fazer e não conseguia, pois sentia vontade e segurava. Chegamos a ficar horas no banheiro até o cocô sair. Eu até oferecia a fralda, não queria que ele ficasse com intestino preso. Mas ele recusava, preferia ficar sentado no vaso. Pedia massagem, água, pedia que eu segurasse sua mão. Aos poucos foi perdendo o receio e hoje faz normalmente.

9) O apoio: Por mais que aconteçam escapadas (e vão acontecer, podem ter certeza), é preciso reforçar que ele não é mais bebê, já pode usar cueca, já sabe usar o peniquinho. Importante também é não perder a paciência, não brigar com a criança porque ela esqueceu de pedir para ir ao banheiro. Às vezes reclamei sim de ter que limpar o chão, principalmente quando já achava que ele tinha aprendido e escapava de novo. Nem sempre consegui não reclamar. Mas, na sequência, conversava com ele, mostrava o penico e o vaso, limpava tudo e começávamos de novo.

Outro apoio essencial para a gente foi a vovó. Já conhecedora de outros desfraldes (meu, de minhas irmãs, meus sobrinhos) e com a paciência natural das avós, sua ajuda foi fundamental.

10) O tempo: Como disse no começo do post, cada criança tem o seu. O momento de começar, por quanto tempo vai durar... para cada criança é de um jeito. Aqui começamos quando ele tinha 2 anos e meio e do primeiro dia inteiro sem fralda até a consolidação foram 15 dias. Daí pra frente aconteceu um ou outro escape e só. O cocô demorou mais, cerca de um mês. Achei que deu tudo tão certo que, um mês depois de consolidado o desfralde, tirei também a fralda noturna. Como esse período coincidiu com o verão, aproveitei que ele acordava quase toda noite sequinho e tirei tudo.

Aqui cabe o adendo que comentei no começo do post. O desfralde noturno estava ótimo, ele dormiu um mês inteiro sem fralda e com pouquíssimos vazamentos. Até comemorei aqui, dizendo "fraldas nunca mais"... Pois é, nunca digam nunca. Com esse tempo maluco e chovendo sem parar, as noites têm sido bem frias aqui na capital paulista. E, como ele quase não se cobre ao dormir, sente mais frio e... faz mais xixi. Resultado: uma sequência de xixis no colchão. Mesmo eu dizendo que é só me chamar que eu o levo ao banheiro, ele só acorda quando já está todo molhado. Daí que não tive receio de retroceder: voltei com a fralda noturna. Continuo dizendo para me chamar, mas vou esperar ele entender melhor o processo, entender que precisa acordar antes de fazer xixi e não depois. Esse é outro passo, não preciso apressá-lo. Já estou bem feliz com o desfralde diurno.

Por fim, se a criança não está pronta, se não quer ir ao penico ou vaso, se não se interessa pelo assunto, é melhor esperar. Se já começou e não está dando certo, dá para interromper o processo, esperar e retomar depois de um tempo. É melhor do que forçar.

Espero ter ajudado com essas dicas. Mais uma vez, relatei o que deu certo ou não para nós, para a nossa rotina, para o Bento. A única coisa universal é ter paciência. O resto se descobre, se desenvolve, se adapta. Boa sorte para quem estiver nessa fase! Acreditem, vai dar certo. Pode demorar, pode parecer que vão usar fralda para sempre... Mas as crianças são espertas, aprendem rápido. E se alguém quiser perguntar algo específico que esqueci de abordar, é só dizer aí nos comentários!

17 de janeiro de 2012

Blogueira colaboradora

Mais uma novidade boa por aqui! Semana passada recebi um convite bem bacana do blog Chegou Bebê. O blog é parte da loja virtual Chegou Bebê, que trabalha com produtos e serviços para a gravidez até crianças de 4 anos. Lá no blog há diversos artigos sobre maternidade, enxoval, gravidez, viagens com crianças... Há uma equipe de colaboradoras que escrevem nessas categorias. E aqui está a novidade: agora sou a mais nova colaboradora do blog Chegou Bebê!


Vou estar lá quinzenalmente, escrevendo sobre maternidade, filhos, gravidez e afins. O primeiro post estreou hoje: escrevi sobre o meu nascimento como mãe. Passem lá!

(e depois voltem aqui pra me contar o que acharam, hehe!)

15 de janeiro de 2012

Pedir o quê?

Sábado à tarde. Bento está todo sujo e suado. Levo o pequeno para trocar de roupa e fazer xixi. Não quer, não vai, faz bagunça. Chamo, falo, peço. Ele deita na cama, se cobre, os pés pretos carimbando o lençol limpo. Fico brava, dou bronca. Nada.

Até que o pai chega. Fica bravo, Bento obedece e se troca.

Desço para fazer algo na cozinha. Escuto o pai conversando com ele:
"Tem que obedecer a mamãe. Vamos lá pedir desculpas pra ela".

Ele vem para perto de mim. O pai pergunta:
"O que é mesmo que você vai pedir pra mamãe, filho?"
E o menininho responde:
"Sorvete".

13 de janeiro de 2012

Leitura para antes de dormir

Desde que passou a se interessar pelas histórias de seus livrinhos não se contentando apenas em ver as figuras, Bento elegeu seus livros favoritos. Sempre pede os mesmos, toda noite. Já até sabe alguns trechos de cor, principalmente daqueles com histórias mais curtas.

A primeira historinha que li para ele e o primeiro livro a entrar no rol dos preferidos foi Chuva, da Editora Ática:


É uma história simples contada em frases curtas, da chuva molhando a cidade, as pessoas, os animais. O livro faz parte da Coleção Gato e Rato, que é composta por 28 outros títulos nessa mesma linha. Mais sobre o livro no site da editora.

O segundo livro eleito foi Não Confunda, da Eva Funari:


É um livro muito divertido, que brinca com rimas e ritmos, misturando palavras com sons parecidos e incentivando o enriquecimento do vocabulário. Mais aqui.

O terceiro da lista é A Festa no Céu:


Um clássico do nosso folclore. Diversas editoras já lançaram esse livro em diferentes formatos e ilustrações. Bento adora a parte em que a tartaruga cai do violão céu abaixo, quebra o casco e os animais o remendam.

Por fim, o último da lista tem sido na verdade seu preferido: Adivinha Quanto eu Te Amo, da Martins Fontes:


Com uma história doce e ilustrações caprichadas, o livro conta como um coelhinho tenta demonstrar o amor por seu coelho pai e vice-versa. Bento gosta tanto que diz que o coelhinho se chama Bento. Mais informações aqui.

E são essas as nossas leituras para a hora de dormir. Sempre os mesmos livrinhos, em ordem alternada. Mas que garantem momentos deliciosos.

*imagens dos sites das editoras.

11 de janeiro de 2012

Brincadeiras de criança

Desde que saí do trabalho formal e que Bento saiu da escola, a maior companhia que ele tem para as brincadeiras tem sido eu mesma. Tivemos dias de brincadeiras com vizinhos (que contei aqui), passamos um tempo na casa da vovó, depois vieram as férias e as folias com os primos, e tudo isso resultou em companhias diferentes para brincar. Mas agora, de volta à vida real, voltamos também à rotina. E haja ideias para entreter um menininho cheio de energia até começarem as aulas.

Daí que fiz uma listinha de brincadeiras tentando me lembrar do que costumamos fazer para movimentar o dia. Vou alternando entre as categorias, conforme o pique do dia, a disponibilidade do meu trabalho (se estou com prazo apertado preciso apelar aos DVDs...), o clima externo... e outras variáveis.

Assim, essas estão as brincadeiras mais praticadas por aqui:

Categoria "Vamos gastar energia"
Jogar bola
Pega-pega
Esconde-esconde
Dançar
Jogar boliche
Cabaninha com lençóis e cadeiras
Brincadeiras com água

Categoria "Vamos brincar sentados que estou de língua de fora" ou "chove chuva sem parar"
Desenhar e pintar
Recorte e colagem
Arte com recicláveis
Massinha
Carrinhos
Blocos de montar
Quebra-cabeças
Bolinhas de sabão
Jogo da memória
Leitura

Categoria "Ao ar livre - sujeito às condições climáticas
Andar de motoca
Ir ao parquinho
Jogar bola na quadra
Andar pelo condomínio puxando seu caminhão/trem ou qualquer outro veículo
Dar uma volta no quarteirão

Acontece que estou ficando sem ideias. Sempre alterno as brincadeiras, deixo algumas em "stand by" por um tempo para ele "esquecer" e fazer mais sucesso depois. Também guardei alguns brinquedos que ele ganhou no Natal para ir liberando aos poucos, assim sempre temos uma novidade. Mas há dias em que nada faz sucesso... ou as brincadeiras preferidas ficam sem-graça, ou estamos todos enjoados do "mais do mesmo". Por isso, venho pedir sugestões de brincadeiras! Alguém tem alguma ideia legal? Vamos compartilhar?

Em tempo: as meninas do Mamatraca postaram essa semana sobre brincadeiras nas férias: aqui!

9 de janeiro de 2012

Fraldas nunca mais!

O ano começou cheio de mudanças e notícias. Algumas boas, outras nem tanto, mas tenho certeza que todas contribuirão de alguma forma aos novos ares que chegam por aqui. Falo mais sobre isso quando puder.

Mas uma novidade boa é que Bento não usa mais fralda definitivamente, nem a noturna. Depois de mais ou menos um mês que tiramos a fralda diurna, veio uma onda de calor gigante e aproveitei a deixa. Estávamos na casa da vovó, que mora em uma cidade bem mais quente do que São Paulo e na qual o calor não dá trégua nem de noite. Ótima oportunidade para se dispensar um bumbum de plástico.

Conversei com Bento, disse que ele já sabe fazer xixi no banheiro, que já usa cuequinha, disse todo o repertório do "está mocinho" e finalizei dizendo que ele ia dormir também de cueca. Na verdade ele nem estava querendo mais a  fralda, reclamava para colocar. Mas como o clima paulistano é sempre mais fresco principalmente à noite, ele ainda enchia a fralda noturna. Dessa vez resolvi arriscar.

O resultado até agora tem sido positivo. Ele fez sim alguns xixis no pijama e no colchão, ainda não percebe que está com vontade de fazer xixi se está dormindo. Sempre o levo ao banheiro antes de dormir (e nem sempre ele quer fazer alguma coisa), sempre enfatizo para me chamar se quiser ir ao banheiro. Mas, das vezes que me chamou durante à noite, já tinha molhado tudo.

Mas, no geral, estou contente com sua evolução. O desfralde foi muito tranquilo por aqui. Eu tinha receio dessa fase, achava que demoraria um tempão (e limparia muito xixi pela casa e nas roupas) até que ele aprendesse. Tivemos mais ou menos uma semana de xixi no chão, depois na semana seguinte foi meio a meio, e por fim ele aprendeu. Hoje já pede para ir ao banheiro, diz que quer fazer antes de fazer. O cocô foi mais lento, no começo ele tinha medo e travava. Depois gostou de fazer no "penicão" (vaso), nunca mais prendeu e nunca mais fez na cueca.

Agora estamos na terceira fase, a fralda noturna. Entre as noites dormidas sem fralda, tivemos três ou quatro xixis na cama. Para quem está dormindo de cueca há mais ou menos um mês, acho que o saldo está ótimo. É meu filhote dando mais um passo rumo à meninice.

4 de janeiro de 2012

Férias em fotos

Nessas férias teve...

brincadeiras mil com brinquedos ganhos no Natal...

leitura de histórias...

corre corre na areia...

parquinho...

crianças à milanesa...

mais parquinho...

cinema com pipoca...

manga saboreada depois de colhida diretamente do pé...

piscina com mamãe...

piscina com papai...

piscina com tios e primos...

momentos que vão deixar saudades!
 
© 2011 - Mãe do Bento Desenvolvido por Flavia S | Lu Azevedo - todos os direitos reservados