29 de abril de 2011

Cansaço relativo

Em dias diferentes dessa semana, me senti cansada. Na segunda-feira, cansaço pela festinha de aniver do Bento e a bagunça do feriado. Ontem, cansaço pela rotina diária mesmo. Daí me peguei analisando os diferentes tipos de cansaço materno e fiz uma classificação, com base na minha experiência pessoal:

Cansaço nível 1 - o da gravidez. Aquele sono provocado pelas alterações hormonais, o peso da barriga... Eu me lembro que, em determinado período, não conseguia sair da cama antes das 8 ou 9 da manhã. Os olhos pesavam e parecia que ainda era madrugada. Ao mesmo tempo, dormia super cedo, antes das 21h já estava na cama.

Cansaço nível 2 - o dos primeiros dias após o parto. Estamos todos nos adaptando às novidades, vem bastante gente nos ajudar (principalmente as avós), seja com o bebê, seja com os afazeres da casa. O bebê ainda dorme bastante e chora pouco.

Cansaço nível 3 - começa depois das primeiras semanas que o bebê nasce e quando surgem as cólicas (para os bebês que têm cólica, claro). Nosso sono fica mais e mais picado pelas mamadas noturnas. Aqui em casa o cansaço era nível 3 plus, porque Bento tinha refluxo. Ou seja, chorava bastante, regurgitava de jato, daí chorava mais ainda pela azia. E os choros não tinham horário mais ou menos determinado, como o das cólicas. Era a qualquer hora. As sonecas diurnas eram bem curtas, às vezes de 20 minutos. E algumas vezes ele despertou do sono noturno engasgando pelo refluxo. Foi nesse estágio que comecei a ficar bem cansada e irritada pela falta de sono.

Cansaço nível 4 - quando o bebê continua a dormir picado, mas começa a interagir e ficar mais e mais ativo. É quando engatinha, depois fica em pé e anda, mexendo em tudo e conhecendo o mundo. Associado a essa etapa está o fim da licença maternidade. Como trabalho fora, somei o cansaço dos cuidados com o bebê ao trabalho externo e ainda aos serviços domésticos. Juntando com o sono ainda picado... foi quando vivi o ápice do cansaço materno.

Minha classificação acaba aqui, pois foram esses os graus de cansaço que vivi. Acho que o nível 5 seria atribuído, por exemplo, a mães de múltiplos, mães solteiras sem ninguém para ajudá-las, mães de bebês com problemas de saúde... Por isso acho que o cansaço que vivi até hoje seria o mais corriqueiro, o vivido pela mudança de realidade de alguém que se torna mãe pela primeira vez.

Atualmente acho que estou no nível 2. Bento dorme a noite toda (uhuuu!! todascomemora!!), ainda tira uma soneca diurna de umas 2 horas (uhuuu!! todascomemora2!!), come bem (uhuuu!! todascomemora3!!), brinca bastante.

E com essa análise, também me pus a pensar em outra coisa: o cansaço vai diminuindo porque o bebê cresce e se torna mais independente, ou nós é que nos adaptamos? Vamos sendo lapidadas, nos adequando às necessidades da criança?

Acho que fico mais com essa segunda opção, pois criança sempre exige nosso cuidado e atenção em qualquer fase da vida. Hoje, por exemplo, mesmo trabalhando em período integral, acordando e saindo de casa bem cedo, não fico mais tão indisposta para fazer o jantar quando chego em casa e ainda brincar com o Bento antes de ele dormir. Claro que há dias em que não quero fazer serviço doméstico nenhum e as brincadeiras se resumem a leituras, brincar de montar ou assistir a um DVD. Mas ainda assim, durmo bem mais tarde do que antes.

Será que o organismo vai se acostumando e nos dispomos a fazer mais coisas? Ou estou ficando cada vez mais no automático? Ou ainda... será que estou tão acostumada à rotina que já posso começar a pensar no segundinho, para bagunçar o coreto tudo de novo? :P

28 de abril de 2011

E o desfralde, a quantas anda?

Outro dia mencionei aqui no blog que suspendemos o desfralde do Bento por causa da mudança de casa. Fui falando de outros assuntos, veio o aniversário dele e só agora me lembrei de voltar a este.

Pois bem. Bento continua interessadíssimo no penico. Senta nele um pouquinho todos os dias. Mas até hoje nunca fez nada nele. Nem xixi, nem cocô.

Antes de mudarmos, eu o convidava a sentar no penico quase todo dia, mais ou menos no horário em que ele costuma fazer cocô (ele faz cocô sempre pela manhã e depois do jantar, o que me ajuda a programar a coisa). Fizemos esse procedimento por vários dias, mas sem pressão. Quando via que ele queria fazer cocô, perguntava se ele queria tentar o peniquinho, ficávamos lá por alguns minutos e pronto. Se não queria, não íamos.

Daí veio a mudança de casa e suspendi totalmente o desfralde. A mudança de ambiente por si só já é uma novidade para a criança se acostumar. Minha preocupação inicial era que ele continuasse dormindo e comendo bem, descobrisse o novo espaço para brincar, não estranhasse tanto a casa nova. E deu tudo certo. Na semana inicial dormi com ele, mas logo ele já passou a dormir em seu quartinho sem problemas.

Quando ele aprendeu onde era o novo banheiro da casa, comecei a retomar o desfralde. Aos poucos vou mencionando o penico, sento no vaso ao lado dele. Aliás, ele mesmo me pede para ficar sentada no vaso enquanto ele senta no penico. E não vale ficar de roupa! Tenho que fazer tudo como se fosse usar o vaso de verdade... quando tentei ficar de calça o pequeno disse: "tiia a falda mãe" (tira a fralda mãe, hahaha).

Atualmente ele me avisa quando vai fazer cocô antes de fazer. Às vezes erra e é só um pum ou xixi. Mas na maioria das vezes acerta. Só que ainda prefere se esconder quando vai fazer de verdade. O local preferido é atrás da porta da cozinha. Se vou lá e o convido a ir para o penico, das duas uma: ou ele vai e não faz nada, ou não quer ir, empaca atrás da porta e termina o serviço na fralda mesmo.

Recentemente Bento deu vários passinhos rumo à transformação de bebê a menino. Se expressa super bem, começa a demonstrar melhor o que quer, come sozinho, trocou de vez a mamadeira pelos copinhos para o leite. Não vejo motivo para apressar a meninice dele forçando o desfralde - coisa, aliás, que sempre fui contra fazer. Para mim o desfralde se resume a: quando ele estiver pronto, estará. Simples assim.

27 de abril de 2011

A festa

Fizemos a festinha do Bento no sábado anterior ao domingo de Páscoa. Foi em casa mesmo, com poucos convidados, a maioria familiares. Arrumamos tudo na área do condomínio reservada para eventos, que fica anexa ao parquinho. Por isso, nem precisei me preocupar com entretenimentos: os próprios brinquedos do parquinho divertiram as crianças, além de música e bolas.

 
Como a festa foi no almoço, fizemos um churrasco. Assim, tivemos os pratos tradicionalmente presentes nessas ocasiões, mas também servi um sanduíche de metro vegetariano, sem carne, além de pão de alho e espetinhos de queijo. E para completar, coisas que o Bento gosta: pipoca e gelatina.

 
A mesa de doces foi composta por copinhos com gelatina em 3 sabores, sanduichinhos de bolacha com doce de leite e brigadeiro no copinho. Fiz tudo na véspera, para dar tempo de provar e providenciar outra coisa caso desse errado... O bolo era de morangos (mas esse eu encomendei!).

As lembrancinhas também foram feitas em casa: encapei latas de leite que guardei durante o ano, forrei com papel crepom e preenchi com docinhos e brinquedinhos. E ficou assim:

 

Não ficou assiiiim uma obra de arte, mas fiquei feliz de reaproveitar um objeto que jogaria fora. O que mais fez sucesso na lembrancinha foi o tubinho de bolinhas de sabão:

E a festinha foi assim. Sem grandes investimentos, apenas coisinhas caseiras. Bento aproveitou muito, pulou, correu, dançou, brincou. No final do dia estava literalmente marrom, por causa da terra do parquinho. Acho que gostou da festa...

26 de abril de 2011

2 anos


Meu pequenino,
Hoje é um dia muito, muito especial.

Exatamente 2 anos atrás, o dia 26 de abril era um domingo. Domingo é considerado o primeiro dia da semana. Povos antigos dedicavam este dia ao sol, o que originou outras denominações para o domingo, como Sunday em inglês, significando "Dia do Sol"*.

Você já sabe o que é o sol. Gosta da música do Cocoricó "Pôr do sol" e, quando vê um raio de sol entrando pela janela ou abrindo caminho entre as nuvens, mostra pra gente: "o sol mãe!". Também gosta da lua (que você diz "ua") e das estrelas. E agora vou te contar um segredo, filho: o sol é uma estrela! É sim, uma estrela bem grandona. Legal, né? E sabe o que são estrelas, além dos desenhos de 5 pontas que você gosta de pintar? São pedacinhos do céu que têm sua própria luz. São como as lâmpadas lá de casa, mas sem precisar de tomada.

Mas sabe por quê eu estou te contando tudo isso, pequenino? Porque quando você ainda morava na barriga da mamãe, eu chamava você de minha estrelinha. É que eu achava que, quando você chegasse, iria iluminar a minha vida.

Aí você nasceu em um domingo, o "dia do sol", a estrelona principal para o nosso planeta. E olha só, eu estava certa: você se tornou a minha estrelona principal, trazendo uma luz linda e muitas outras coisas pra gente. Por exemplo, novas cores.

Sim, novas cores! Porque antes de você chegar, tínhamos dias coloridos, mas eles se alternavam aos cinzas, aos brancos... Daí você chegou e, mesmo se o dia estiver bem feio lá fora, perto de você é tudo "maiéio", "vemêio", "azul", "vêide", "iaianza".

E sabe o que mais aconteceu? Os dias também ganharam cheiros e sabores! Primeiro de leite, depois de banana (você adorava banana, comia todos os dias!), depois de cáine-aoz-ovo, depois de maçã, e até de pipoca e "zelatina". E os sons, então? Vieram sons de chorinho, de chorão, de sorrisinhos, de gargalhadas, de "não, mãe", de "dicupa", de "não chóia, mãe", de "é do Bento".

E tudo isso aconteceu porque você chegou, pequenino. Nesses 2 anos, você trouxe luz, cores, cheiros, sabores, sons. Você que, um ano atrás, ensaiava os primeiros passos e ainda nem falava, e que agora não apenas anda, mas corre e pula. Não apenas fala, mas tagarela, pergunta, canta, conversa.

E é isso que eu queria te dizer, meu amorzinho. Hoje você completa 2 anos de vida e é um dia muito especial para mim. Obrigada por me trazer tantas alegrias, tantas descobertas, tantas novidades. Obrigada por ser meu filhinho, meu pequenino, minha estrelinha. 

*Fonte: Wikipédia - domingo

22 de abril de 2011

Os preparativos

Amanhã é a festa de aniversário do Bento. Será aqui em casa mesmo, na área de lazer do condomínio. Faremos no horário de almoço, já que nossa casa é afastada do centro da cidade e a maioria dos convidados vem de outros bairros.

Ontem montei e arrumei as sacolinhas-surpresa para as crianças... que não serão sacolinhas. Mas continuam sendo surpresa! Não é nada demais, apenas uma reciclagem de coisas que eu já tinha em casa e queria reaproveitar. Não sou muito habilidosa com artes manuais, mas como serão poucas as crianças que virão, deu para fazer o artesanato sozinha.

Hoje fiz os docinhos. Fiz três tipos, e uma amiga trará mais um. Fiz, confeitei, embalei. Novamente nada demais, apenas coisas simples, que crianças gostam. Uma delas inclusive é a sobremesa preferida do Bento. Já o bolo eu encomendei, esse não pode faltar e não quis arriscar.

Amanhã pela manhã montaremos a decoração. Esse ano não teremos tema, então as cores serão dadas apenas por bexigas. O salão para festas é parte aberto, parte fechado, e o parquinho fica logo em frente, o que me economizou em brinquedos e monitores! Rá!

Tudo será muito simples e caseiro, feito por mim para meu filhote. À mão e de coração. Espero que ele curta muito sua festinha, que os convidados gostem e se divirtam. Depois eu conto como foi!

20 de abril de 2011

De bebê a menino

Daqui a alguns dias, Bento completará 2 anos. É inevitável para mim relembrar de quando ele era bebê, pensar no quanto ele já cresceu e se desenvolveu. E sentir saudades.

Apesar de adorar quando o ninava para dormir, gostar de amamentar e achar lindo o sorriso banguela, gosto mais da fase atual dele. Gosto de ouvir sua vozinha me chamando, até mesmo quando me diz "não". Gosto das infinitas possibilidades de brincadeiras e, ao mesmo tempo, de vê-lo descobrir como é brincar sozinho. Acho ótimo começar a saber o que ele quer/sente sem precisar adivinhar.

Ontem mesmo, estávamos jantando e, depois de comer tudo o que tinha em seu prato e mais umas garfadas do meu, perguntei se ele queria uma banana de sobremesa. E ele responde "banana não, qué zanta". Ok, está com fome então! Dei mais um pouco do jantar a ele, e ele realmente comeu.

Ele tem se desenvolvido muito bem na fala. É um tagarelinha e até já tenta cantar. Já aprendeu a dizer corretamente algumas palavras, perdendo a fofurice dos errinhos. Banana era minãm, depois virou manana, agora é banana mesmo. Chupeta já foi pitê, depois peta e agora está virando chupeta. Ainda bem que sobrou o divertido capióto (helicóptero).

Mas o que mais tem me chamado a atenção ultimamente é que ele está demonstrando desejos de independência. Gosta de comer sozinho, sente-se orgulhoso até. No final de semana, chamou várias vezes a atenção do pai enquanto almoçava: "pai, comendo sozinho". Queria mostrar a habilidade ao pai. E outro dia, saindo da escola, me disse "mãe, sentou banco, mesa, comeu sozinho". Perguntei o que ele tinha comido, e ele respondeu "aoz, fezão, cáine, ovo" (são algumas palavras que sabe dizer, não necessariamente comeu isso mesmo).

Outro indício de que não tenho mais um bebezinho em casa é sua recente recusa por apelidos. Já contei aqui alguns dos apelidos malucos que inventamos para ele. Agora, às vezes ele me corrige, reprimindo o apelido. Se eu o chamo de "meu ursinho de creme", ele responde "ussinho de quême não. Bento".

E hoje de manhã ele me deu mais uma demonstração de que está entendendo sua nova condição de ex-bebê. Na porta da escola, eu o abraçava para me despedir. Disse: "quem é meu neném?". E ele me respondeu na lata: "neném não, menino". Fiquei surpresa! Mas não perdi o rebolado e emendei: "ah é, menino? Então não precisa mais de chupeta nem de fralda, menino não usa nada disso. Menino usa cueca igual ao papai."  E ele: "cueca do papai e do Bento. Cueca da mamãe".

É, o crescer traz essas delícias. E a cada dia nos faz lidar com novas surpresas. Ele já entende que é um menino, mas daí a entender que mamãe não é menino e não usa cueca... já é outra história.

18 de abril de 2011

Entre buffets e festas caseiras

Nesse final de semana fomos a um aniversário infantil em um buffet. Foi a primeira festa desse tipo de que Bento participou, já que todos os aniversários aos quais ele foi até então foram comemorados nas casas das pessoas.

Logo na entrada, a enorme mesa do bolo e dos doces estava decorada com os Backyardigans, com bonecos dos personagens em vários tamanhos. Bento ficou encantado, queria pegar os bonecos e brincar. Cmo não podia, ficou um tempão admirando a decoração.

Em seguida, chegamos na área da recreação. Quando ele entendeu quantas atividades e brinquedos estavam disponíveis e que os monitores estavam ali para brincar também... se acabou. Em poucos minutos de festa já estava descalço. Foi no pula-pula, na piscina de bolinhas, no carrossel de carrinhos, no escorregador. Pintou com giz, brincou de carrinho, de bonecos e na casinha, tão grande que ele e mais três crianças podiam entrar juntas. Ainda tinha uma seção de jogos eletrônicos para crianças maiores e adultos, pintura facial e monitores fazendo esculturas com bexigas.

Na parte da alimentação, tinha comida para todo gosto. Comida de criança, como pipoca, cachorro-quente e algodão-doce. Comida de adulto, com jantar e tudo. E comida típica de festa, como os salgadinhos. Além é claro do bolo e dos docinhos.

Bento queria mais saber de brincar do que de comer. Comeu pipoca, macarrão com molho ao sugo e brigadeiro. Tomou suco de maracujá e água. Gostou tanto, tanto que, quando fomos embora, não chegamos nem a virar a esquina e ele já estava dormindo. No dia seguinte acordou mais tarde do que de costume e fez uma "soneca" da tarde de duas horas e quinze minutos.

Como o aniversário dele está chegando, achei interessante avaliar o comportamento dele em uma festa de buffet. Não vou fazer em buffet, vou fazer em casa mesmo, mas queria ver como ele reagiria. E cheguei a algumas conclusões:

Vantagens da festa em buffet
- é só chegar e se divertir. Não há preocupação com sujeira, se está faltando alguma coisa, se as pessoas estão bem servidas. É contratar, pagar, e curtir.
- os brinquedos são variados, para crianças de todas as idades
- os monitores são bem animados e ajudam a entreter as crianças
- as crianças se divertem muito, aproveitam bastante os brinquedos e atrações 

Desvantagens da festa em buffet
- a festa fica impessoal
- o som é muito alto. Aliás, é uma festa mais barulhenta em geral quando somamos a música alta aos gritos de animação dos monitores
- os monitores não ficam 100% atentos às crianças. Vi monitores conversando entre eles enquanto crianças brincavam sozinhas em um canto
- as crianças aproveitam mais quando são maiores e conseguem correr, pular, dançar. Bebês e crianças pequenas não curtem e se cansam
- compensa apenas quando se tem muitos convidados

Essas são apenas algumas observações que fiz especificamente nessa festa que fomos. Claro que há buffets e buffets, monitores e monitores. São apenas constatações pontuais para aquele evento.

Por outro lado, analisando as festas em casa:

Vantagens da festa caseira
- pode ser personalizada de acordo com o gosto e o bolso de cada um
- tem jeito de festa de antigamente, sem invenções modernas
- pode-se usar o espaço (a própria casa ou uma área específica, como salão de festas do prédio ou do condomínio) sem pagar a mais por ele
- o aniversariante está em um ambiente conhecido, podendo ficar mais à vontade
- não há limite mínimo de convidados como nos buffets. E o limite máximo é o quanto os anfitriões desejam (e podem) convidar

Desvantagens da festa caseira
- dá bem mais trabalho, considerando que os preparativos envolvem os comes, os bebes e a decoração
- limpar tudo depois que a festa acaba

Nunca fui muito fã de festa em buffet por achar "enlatada" demais. Mas concluí que pode ser uma boa opção, se for do gosto (e do bolso) dos pais, principalmente para crianças maiores de 2 anos (na minha opinião). Mas não posso negar... Bento se divertiu muito.
 

15 de abril de 2011

Como entreter uma criança no trânsito de SP

Com a mudança de casa, eu e Bento temos agora uma nova rotina matinal e um novo trajeto para enfrentar todos os dias no caminho casa-escola-casa. Saímos por volta das 7h15 e levamos em média uma hora e meia para chegar à escola e ao meu trabalho (que fica na mesma rua). É uma rotina cansativa, chata, que pretendo mudar assim que possível. Mas, enquanto isso, vou fazendo o possível para torná-la menos massante e mais divertida.

Minha primeira providência é levar sempre água fresca e algo para o pequeno comer no trajeto. Como acordamos bem cedo, muitas vezes ele quer tomar apenas leite antes de sair. Então carrego para o carro bolachas, pão ou ainda a amada maçã.

Outra medida é colocar CDs infantis para tocar. Vamos cantando, às vezes fazendo coreografias com as mãos (quando estou parada no farol ou no trânsito). Ele até já pede as músicas que mais gosta.

Porém, para ele, a diversão maior é olhar pela janela e procurar coisas interessantes. Nesse trajeto todo vemos carros diversos, ônibus de todas as cores, caminhões, helicópteros, ambulâncias, motos, carros de polícia. É uma diversão só a cada vez que encontramos um "camião de cao" (o preferido dele, ou seja, caminhões com carro em cima, como os caminhões do tipo cegonha ou guinchos) ele fica fascinado e sempre pede "oto camião mãe", como se fosse eu a responsável pelo aparecimento de tão interessante veículo. O mesmo acontece quando vemos uma ambulância ou carro de polícia com a sirene ligada. É muita emoção.

Por fim, também levo no carro alguns livrinhos. Muitas vezes ele está cansado na volta da escola e quer apenas folhear um livro. Sexta-feira passada estava num dia desses, quietinho, cansado. Eu achei até que fosse dormir. Até que, quando o farol fechou e me virei para dar uma olhadinha. Criança quieta é sinal de que está aprontando, não é? Pois me deparei com essa cena:

 

Ele havia retirado vários adesivos do livrinho e colado no vidro da janela! Até estava mostrando quem era quem... Depois descolou tudo e colou nas perninhas. E depois colou de volta no livro.


E assim vamos transformando uma rotina chata e cansativa em momentos que fazem o tempo até passar mais rápido... Além de me permitir um pouco mais de convívio e diversão com meu pequenino.

13 de abril de 2011

Diga trinta e três

Antigamente, durante exames, era costume o médico pedir ao paciente para dizer "trinta e três" repetidas vezes. Dessa forma, poderia-se analisar os pulmões por meio das vibrações sonoras, colocando a palma da mão no tórax do paciente.

Em inglês, a mesma técnica de exame era feita solicitando-se ao paciente para dizer "ninety-nine, ninety-nine, ninety-nine". Já em espanhol, o paciente deveria dizer "treinta-y-tres" ou "cuarenta-y-cuatro".

Essa diferença entre os números a serem repetidos pelos pacientes deve-se à qualidade da ressonância das palavras nos diferentes idiomas. Dessa forma, "trinta-e-três" em português produz uma vibração sonora equivalente ao "ninety-nine" em inglês e aos "treinta-y-tres" ou "cuarenta-y-cuatro" em espanhol.

Atualmente esse exame não é mais solicitado, pois os estetoscópios levam o som ao ouvido de uma forma melhor e, no máximo, os médicos mandam o paciente respirar profundamente.
Fonte: Diga trinta e três - O blog das curiosidades.

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- O trinta e três (33) é o número natural que segue o 32 e precede o 34.
- Desde a antiguidade, o número 33 vem sendo explorado pelas sociedades secretas.
- O número refere-se à idade de Jesus Cristo e Alexandre o Grande.
- Na maçonaria, refere-se ao grau máximo simbolicamente defendido na marca 33 na graduação de abertura do compasso (instrumento de medição de ângulos).
- É o número de vértebras que o ser humano tem ao longo de sua coluna.
Fonte: Wikipédia - trinta e três.

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3 (TRÊS): O que comunica. Expressão, comunicação, criação. Representa o relacionamento com o mundo exterior. Constitui a expressão do sucesso, da sorte, da fertilidade e da beleza (e estiver duplicado então...). Missão a cumprir: abrir-se para o mundo, ser criativo, procurar expressar-se.
33 (TRINTA E TRÊS): Controle emocional, idealismo, capacidade de comando, planejamento, visão para o futuro, excentricidade.
Fonte: site Numerologia.

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Tudo isso para dizer que... Hoje completo 33 anos. Tenho um filhinho lindo e esperto, um marido pintor-reformador de casas e que me deu o maior presente do mundo, uma gata gorduchinha, mãe, irmãs, sobrinhos, minha pequena-grande família. Tenho um bom emprego e uma casa velha-nova. Tenho amigas virtuais e amigos reais. E tenho muito a agradecer.

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Por fim, mais uma consideração sobre números: hoje é dia 13 e, desde que nasci, é este o dia do meu aniversário. Ou seja, 13 nunca foi para mim um número de azar. Meu aniversário já caiu em sextas-feiras, em noites de lua cheia, e nunca virei lobismulher!

E o 13, que já era um número bacana para mim, ficou melhor ainda em 2009 quando, exatos 13 dias depois do meu aniversário, Bento nasceu.

11 de abril de 2011

Mania de enfileirar objetos

Há tempos Bento gosta de enfileirar objetos. De tampas de caneta a sapatos, de caixas de DVD a carrinhos, de copinhos a potes de plástico, tudo que estiver em mãos. Quando termina de brincar, quase sempre organiza em uma fileira, colocando um objeto ao lado do outro, sem espaço entre eles, e deixa lá. E ai de quem mexer.

 Alinhando as canetinhas...
as tampas...
os carrinhos...
as peças do brinquedo...
 e as bolinhas de massinha

Será que outras crianças fazem isso? Seria mania de organização ou uma forma de desenvolver a coordenação motora? Ele não interrompe uma brincadeira para fazer isso nem passa horas alinhando objetos. Mas adora enfileirá-los e se orgulha quando termina, dizendo "eeee, muito bem!" para ele mesmo.

Fazendo uma busca rápida na internet encontrei textos relacionando o ato de enfileirar objetos ao desenvolvimento da coordenação motora fina: "Coordenação motora fina é a capacidade de usar de forma eficiente e precisa os pequenos músculos, produzindo assim movimentos delicados e específicos. Este tipo de coordenação permite dominar o ambiente, propriciando manuseio dos objetos. Por exemplo: escrever, pintar, desenhar, recortar, encaixar, montar/desmontar, empilhar, abotoar/desabotoar"
Fonte: blog Terapia Ocupacional Infantil

Ufa! Então pelo jeito esta mania de enfileirar objetos faz parte do desenvolvimento do cérebro infantil. Mas que é engraçado é!

8 de abril de 2011

Blogagem Coletiva: Maternidade Real


Durante a minha gravidez, fui me preparando para a maternidade de um modo bem gradual. Na época, me interessava pelo crescimento e desenvolvimento do bebê no ventre, em como o acolheria em nossa casa, em qual seria seu nome. Li livros e revistas, conversei com outras grávidas e algumas amigas mães. Lembro que meu foco era a gravidez e o bebê em si, não especificamente a maternidade. Tinha um pouco de medo do parto, como qualquer um pode ter frente a algo desconhecido. A amamentação era algo que eu imaginava natural, "era só colocar o bebê no peito e pronto".

Aí cruzei o portal da maternidade. De um dia para outro (sim, porque, por mais que nos preparemos, o dia do nascimento do primeiro filho é um divisor de águas, que nos marca e nos transforma para sempre) um bebezinho entrou em minha vida. Com fome, cólica, refluxo, medo... Esse bebezinho encontrou uma mãe de primeira viagem, tão perdida e temerosa quanto ele. Porque por mais que a gente leia, se informe e tenha ajuda, só na prática vamos aprender o que é ser mãe. É nosso filho quem nos ensina, com suas particularidades e características de bebê chorão, ou tranquilo, ou esfomeado, ou dorminhoco. Da mesma forma, também aprendemos com as noites mal dormidas, com as dificuldades da amamentação, com a primeira febre, com o primeiro corte ou galo. Vamos sendo lapidadas, aprendendo a lidar com nossa faceta materna.

A cada dia, a cada nova fase, a cada evolução do meu filho, eu me deparava com novos aspectos da maternidade que se chocavam com a idealização que vemos por aí, como em campanhas de dia das mães e comerciais de margarina. Apesar de não trabalhar mais nesse ramo, eu sou publicitária. E, como tal, sei que a publicidade "doura a pílula". Sei que usam de ilusão e idealização para passar uma ideia com um objetivo de venda. Mas a maternidade é real, existe no mundo todo, em suas mais variadas formas. Dourada ou não.

E o lado não-dourado da minha maternidade é repleto de fraquezas, de coisas até condenáveis pela maternidade ideal. Bento chupa chupeta. Estacionou no desfralde (que foi suspenso com a mudança de casa, mas aí já é outro assunto). Come bolachas e toma suco de caixinha. E eu trabalho fora, fico longe dele por horas durante o dia.

Mas temos nosso lado dourado também. Ele estacionou no desfralde, mas continua interessado no penico e senta nele mesmo de fralda. Come bolachas, mas apenas as que eu permito, e sem nenhum tipo de recheio ou corante. Toma suco de caixinha, mas de novo, os pré-selecionados como os "menos piores", como os de soja. E alternados aos sucos de polpa e ao suco natural, que faço questão de fazer eu mesma. E não toma nenhum tipo de refrigerante.

Sou chata em algumas coisas, liberal em outras. Sou mais rigorosa com a alimentação, não dou nem gosto que dêem a ele doces, balas, salgadinhos, alimentos vazios em nutrientes. Mas vou liberar docinhos no aniversário dele.

Já ouvi do pediatra para retirarmos a chupeta. Restrinjo bem o uso, mas assumo que não tenho coragem de tirar de vez agora, que acabamos de mudar de casa. E, sobre meu trabalho, quero sim ter mais tempo com ele e planejo isso para breve. Mas, enquanto isso, aproveito todo o tempo que temos para ficarmos juntos. Vamos ouvindo músicas e cantando em todo o trajeto até a escola, brincamos de pintar e ler livrinhos quando voltamos, e deito com ele toda noite até ele dormir. E assim vamos encontrando nosso equilíbrio. Vou encontrando a minha forma de maternar.

Já me culpei em vários momentos, me questionei se fiz o certo, se poderia ter feito melhor. Vira e mexe a culpa ainda me assombra, mas não é porque a vizinha tem um modelo de maternidade dito ideal que vou me penalizar por não ter. Eu sei a minha realidade, eu conheço os meus limites. Sei que sou a mãe que posso ser - ao mesmo tempo em que sei que posso sempre melhorar!

Não estamos cuidando de robôs, com manuais a serem seguidos à risca ou que podem ser condicionados. Estamos criando pessoas, com suas próprias necessidades e personalidades. Que podem simplesmente não estar com fome na hora do jantar por estarem com dor de barriga e não saberem falar. Que podem não dormir a noite toda não porque acham legal dormir picado, mas porque tiveram um pesadelo.

A maternidade se torna mais serena quando equilibramos a necessidade com as nossas possibilidades. Quando baixamos nossas expectativas de perfeição e nossas cobranças. Quando conseguimos dosar sugestões e filtrar os palpites. Quando conseguimos pincelar um pouco de leveza a uma responsabilidade, por si só, tão grande e determinante como é a maternidade.

Este post faz parte da blogagem coletiva proposta por Carol Passuelo
Selinho de Anne Super Duper

5 de abril de 2011

Contagem regressiva para o aniver de 2 anos

Agora que a mudança de casa passou e as coisas começam a se ajeitar por aqui, posso programar de verdade o aniversário do Bento. Que é dia 26 desse mês. Sim, vocês leram certo, DESSE MÊS. Tenho 21 dias para pensar, escolher, decidir e comprar tudo, do cardápio à decoração, das lembrancinhas ao dia/local/horário. Ah, não, essa última parte está praticamente decidida: como dia 26 cai numa terça-feira, vou fazer no sábado anterior, dia 23, porque é véspera da Páscoa e as avós, que moram em outra cidade, poderão vir com mais facilidade para participar. Ou seja, não tenho 21 dias para organizar tudo, tenho... 18.

Antes que me crucifiquem, a mudança de casa atrapalhou o cronograma. Tínhamos que nos mudar nessa data, por motivos alheios ao assunto desse post. Mas já tenho várias ideias para a festinha, e já decidi algumas coisas.

A primeira é que a festa será simples e não terá tema. A decoração será composta por algumas coisinhas que eu mesma farei (se conseguir fazer eu conto!), mas sem grandes enfeites nem coisas que depois ficam encostadas. Para o primeiro aniversário do Bento eu comprei figuras de vários animais em E.V.A., que depois doei para a escola para fazerem atividades com as crianças.

A segunda coisa decidida é que a festa será aqui no condomínio, ou em casa mesmo ou na área comum reservada para festas. Isso reduz gastos e também convidados, já que nem todo mundo se dispõe a praticamente viajar pela cidade para chegar aqui (já comentei que é longe, né?).

O terceiro item decidido é fazer um cardápio simples, gostoso e sem frituras. Como a festa será na páscoa, vou liberar algumas coisas com chocolate, lembrando que Bento fará 2 anos e é seu aniversário né. Isso também me livra de comprar ovos de páscoa, que eu nem pretendia mesmo, e já mato dois coelhos com uma "caixa d'água" só!

A festa terá mais adultos do que crianças, pois a maior parte dos nossos amigos ainda não tem filhos. Entre as crianças que devem vir, há alguns priminhos do Bento, mais o filho de um amigo do marido e mais um baby ainda na barriga. O restante dos convidados será composto por adultos. Ah, e um casal é vegetariano. Por isso, preciso de um cardápio que agrade a todas as bocas.

Então, com base nessas informações todas... está aberta a temporada de sugestões e pitacos para a festeeenha!! Ideias de decoração, de lembrancinhas, de cardápio, de tudo que for fácil de fazer por uma mãe não muito habilidosa nas artes manuais e na cozinha. Mandem bala aí nos comentários! Três, dois, um... já!!

4 de abril de 2011

Mudando de casa com criança pequena - parte 5, enfim!

Estamos na casa nova finalmente. A maior parte das coisas já está no lugar certo, ou pelo menos nos cômodos certos. Ainda falta arrumar a sala, dispor os livros nas prateleiras, pendurar quadros, arrumar enfeites. E ainda vai uma boooa faxina. Mas a casa já está ficando com cara de casa.

A casa velha e a nova ficam em regiões opostas de SP, e levou um dia inteiro para colocar tudo no caminhão, transportar de uma para outra e descarregar na nova. Quando cheguei com Bento da escola, expliquei que era nossa casa nova, que ainda iríamos arrumá-la. Claro que ele não absorveu de imediato, ainda mais vendo caixa por todo lado. Mas correu pela bagunça, explorou os cômodos, brincou na garagem.

No sábado fizemos a maior parte da arrumação. Com a ajuda de minha irmã, meu cunhado e da faxineira, instalamos os eletrônicos e os armários da cozinha, distribuímos as roupas nos armários, abastecemos a despensa, penduramos cortina. No domingo arrumei todos os itens da cozinha. Já estamos com tv, telefone e internet.

Arrumar a bagunça com Bento junto não é fácil. Muitas vezes tive que parar algo pelo meio para pintar com ele, jogar bola ou simplesmente pegá-lo no colo. E, na maioria das vezes, ele queria ficar só comigo. Não servia pai, tia, tio, nada. Era "cóio mãe" e pronto.

Na primeira noite, Bento dormiu bem agitado. Como chegou à casa nova quase de noitinha, explorou toda a novidade pouco antes de dormir. Dormiu um pouco mais tarde que o habitual e se revirou a noite toda. Achei melhor passar a noite com ele. A segunda noite já foi bem melhor, dormiu mais tranquilo. Mas ainda vou dormir com ele até a casa estar toda limpa e o quarto dele ficar totalmente arrumado.

Mantive a alimentação dele o mais próximo possível do habitual, mas no tumulto não tinha nem como cozinhar. Assim, fui improvisando com uma comidinha congelada que eu tinha trazido, mais frutas, suco, pães, biscoito de polvilho, leite. No domingo consegui fazer almoço - macarrãozinho simples, mas já comida caseira.

Engraçado que estava adaptada a morar em apartamento e esqueci alguns detalhes de viver em uma casa. Em apartamento tínhamos gás encanado, aqui precisamos comprar botijão e converter o fogão para receber o gás. Lá eu podia tirar o lixo todos os dias, aqui o caminhão de lixo passa apenas três vezes por semana. Em compensação, tenho vários varais, em área descoberta e coberta, enquanto lá era apenas um de teto e um de chão.

Mas a característica mais divergente até agora foram os insetos. Nos dois primeiros dias, com sol e calor, diversos pernilongos e mosquinhas de banana entraram em casa sem ser convidados. Já o domingo chuvoso levou embora os pernilongos, mas trouxe um grilo. Que resolveu aparecer em casa em que momento, alguém adivinha? Quando marido não estava, claro. E que se instalou todo feliz aonde, aonde? Na porta da despensa. Para pegar o macarrão do almoço tive que abrir o armário com uma vassoura e rezar para ele não resolver voar em mim. Eca, eca. Tá bom, eu sei que o bicho não faz mal nenhum, não pica, não morde. Mas tem várias pernas muito compridas que gostam de cabelos humanos, especialmente os meus. Certeza. Quando marido chegou, tirou o grilo de lá e colocou na varanda, sobre uma folha. Bento acompanhou tudo e achou o máximo, claro.

E, com esse post, chegamos ao fim da série mudança-com-criança. O resumo da aventura é ir guardando as coisas aos poucos, aproveitando as sonecas do pequeno. Também é importante falar antecipadamente da casa nova, enfatizar o espaço novo e as novas possibilidades. Envolver a criança deixando caixas para personalizarem com seus desenhos e adesivos também é uma ideia legal, ajuda a distraí-los. Por fim, lembrar de fazer pausas para brincar no meio da arrumação, porque os pequenos estranham, sentem falta da rotina e do espaço conhecido. E querem nossa atenção, nosso carinho, nosso colo.

Ah, já ia esquecendo! Lembram da surpresa do papai para a casa nova? Pois ele alternou a tal tinta terracota (a cor tipo telha) com um mel, que é um amarelinho, e ficou muito legal. Pintou até azulejo! E instalou ventiladores de teto. E consertou a campainha. E instalou várias prateleiras na sala. E a casa que eu conhecia mudou de cara, ficando realmente nova.
 
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